
Guess who’s back!?
Kobe Bryant já trilhou todo caminho necessário para se firmar como um dos maiores esportistas da história, seu amor pelo basquete e sua personalidade determinada, provaram que a confiança e arrogância daquele rapaz que vestia a camisa #8 tinham uma razão de ser! Após uma longa e suada temporada, Kobe rompeu o tendão de aquiles e vai ficar no mínimo 6 meses assistindo o Lakers como mais um espectador do Staples Center, um capítulo triste nas páginas de um herói campeão, confira sua emocionada entrevista, logo após o jogo em que ele saiu machucado, é de marejar os olhos! (Para quem não fala inglês, traduzirei o possível abaixo.)
R – Kobe, você está convencido, de que o exame prévio que aponta um provável rompimento em seu tendão de aquiles está correto? Está de acordo com o que você sentiu, você está convencido de que é isso mesmo?
KB – Sim… Senti como se tivesso dado um chute errado, foi um momento normal de jogo, fiz um movimento, como já fiz um milhão de vezes, só estourou!
R – Você sente que todos os minutos que você veio jogando contribuíram para isso?
KB – Ah… Vai saber?! É tudo necessário, é… apenas uma situação maluca, eu acho.
R – Você teve uma carreira inacreditável, esse é o momento mais desapontante dela, considerando tudo que está envolvido?
KB – Ah sim, até agora… A gente trabalha muito duro, para nos colocar nessa posição, acho que tenho mais muito trabalho, para me preparar novamente, é uma visão de merda…
R – Quando você pensa no desafio para esses caras (do Lakers) e eu sei que é um pouco precipitado te perguntar sobre esse tipo de coisa agora, mas como eles vão progredir sem você?
KB – Apenas continuar a jogar, nós lidamos com lesões no time o ano todo, eu vou contribuir no que puder, assistindo filmes com eles, me preparando e me comunicando com os caras, sugerindo fórmulas de atacar certos times, é por aí…
R – Essa é uma pergunta ridícula, mas devido a cada coisa que já vimos você enfrentar, essa é uma lesão em que não há a possibilidade de você tentar entrar em quadra e jogar né?
KB – Não consigo, não da pra andar. Eu pensei que se pudesse colocar uma pressão no tornozelo fosse possível, mas não sinto mais nada ali.
R – Você saiu com muita dor, pediu pelo timeout e ainda chutou seus lances-livres em um pé só, naquele momento você já imaginava que era isso? Como acha que vai ser lidar com isso?
KB – Ah sim, certeza. Eu nunca imaginei que teria que enfrentar algo como isso. É uma nova experiência para mim, olhando pelo lado positivo, conheço vários jogadores que já passaram pela mesma lesão, tudo que posso fazer é procurar eles, ver o que fizeram para voltar, pensar em quem teve mais sucesso na recuperação e pedir algumas dicas, ver se consigo começar a recuperação por aí.
R – Kobe, o que passa na sua cabeça, qual é o pensamento mesmo nesse momento, depois de tudo isso?
KB – Estou apenas machucado, e triste, trabalhei muito duro para chegar até aqui, estou puto!
R – Como foi a reação dos seus companheiros frente a isso tudo?
KB – Ah, não tem muito o que dizer, realmente, não há muitas palavras a serem ditas, é duro…
R – E para sair dessa, o que você mantém em mante para continuar a luta e perservar diante de tudo?
KB – A vontade de continuar jogando, continuar em uma batalha, me dedicando, remando contra a maré, tentar conservar minha energia e minhas forças, ajudar no que for possível para que isso motive o restante do time nesse momento, que estávamos construindo, essa luta para estar na pós-temporada.
R – Quando você machucou o joelho, foi um calibre diferente de lesão, ou você acha que são momentos parecidos?
KB – Ah não, muito diferente, o joelho, eu caí, senti que tinha destendido algo ali, e que só tinha que ficar tranquilo, que sacodir a poeira não ia ser difícil.
R – E como o time deve proceder nessa fase?
KB – Bom, se preparar, temos que nos preparar, ficar prontos para o San Antonio, olhar o que eles fazem, tentar escapar das armadilhas, e focar na execução.
R – Você acha que vai estar pronto a tempo para contribuir?
KB – Espero que sim, estarei lá, presente, não vou poder estar imediatamente na quadra, mas posso usar a internet e o telefone, e depois aparecer nas sessões de filme que assistimos, tentar ajudá-los a enxergar coisas, que talvez eles não vejam, ajudar no máximo que eu puder ali do banco, e continuar daí… Foi uma temporada maluca, e graças a Deus, hoje como time, vencemos mais um obstáculo, estamos indo em frente, arranjando um lugar merecido.
R – Como você acha que vai ser agora, o Lakers indo para os playoffs sem você?
KB – Estou confiante, é ir lá jogar duro, ficar esperto na defesa, garantir nossos rebotes, preparação, esse momento se resume a isso, é estar preparado.
R – Kobe, você tinha a sensação de que a lesão era isso, no momento em que você caiu e saiu de quadra?
KB – Sim, eu sabia muito bem o que era, estava torcendo para que não fosse o que eu sabia que era, mesmo sem ter sofrido isso antes, tentei pensar positivo, esperei sentir meu tornozelo de novo, mas não tive essa sorte.
R – E que sensação foi essa?
KB – Ah, sensação de estar sem meu tendão de aquiles.
R – E qual será o procedimento?
KB – Bom, agora é a microcirurgia, e recuperação
R – Bom, acreditamos que se alguém pode superar isso, esse alguém é você.
KB – Ohhh cara… Que merda! Eu estava muito cansado, ali no vestiário, chateado, rejeitado, pensando sobre isso, agora cara, pra superar isso, vai ser um longo processo, sabe?! Mas um processo que eu ainda posso realizar, eu vejo a molecada andando e faço disso um exemplo, é duro, mas eu vou fazer isso, trabalhar pesado, e voltar.
R – Nós assistimos você carregar toneladas de desafios e superações na sua carreira, e esse, já vem no topo da lista?
KB – Sim, já sinto isso, o fardo desse desafio, jogadores que se lesoniam nesse estágio da carreira, e simplesmente quando voltam já não são os mesmos… Sinto estar passando por isso agora, e está me deixando puto, pensar nisso.
R – Então esse pode ser o último jogo que o vimos jogar?
KB – Sério? Sério MESMO?
R – Me desculpe, não quero ser rude…
KB – Você acha apropriado perguntar isso aí de baixo? (Todos caem em risos)
10 – NOmisstki, 25mil pontos do artista responsável pelo melhor fadeaway da história, esse é Hall da Fama.
9 – Harden fazendo a pista de decolagem da ponte aérea (ou espacial) em Houston.
7 – Rudy Gay chutou essa bola dos Estados Unidos, e ela caiu no Canadá, waaay downtown.
5 – Meu Deus! Olha o Demarcus Cousins, handling de Jamal Crawford em um pivôzaõ, dois crossovers, absurdo!
3 – Tim Duncan ignora sua faixa etária e mete o dunkzinho na calma, na cabeça de Gasol e Worldpeace.
2 – Acho que o Duncan tava precisando revidar essa…
1 – KAKAH! hahahaha

Na noite de hoje, com a vitória de 107 a 89 sobre o New Orleans Hornets, o Dallas Mavericks finalmente chegou a marca de 50% de aproveitamento na temporada, com 40 vitórias e 40 derrotas, e como os jogadores haviam prometido (veja aqui), desde fevereiro estavam sem fazer a barba atrás deste objetivo.
Uma vez alcançado o aproveitamento, mesmo sem a classificação dos playoffs (o Dallas está em 9º no Oeste e sem chances), agora é hora do pessoal voltar a usar a navalha, e foi isso mesmo que Dirk Nowitzki, líder do time, fez no vestiário após o jogo. Assista:
E como se isso já não fosse bom o bastante, a vitória ainda trouxe mais um motivo para o alemão comemorar. Com 19 pontos marcados e com a cesta que você vê abaixo, Dirk agora é o 17º jogador da história a chegar na marca de 25 mil pontos.
Parabéns ao Mavs que prometeu o que cumpriu e em especial a Dirk, que firma seu nome ainda mais na lista dos grandes da NBA.

Apesar da derrota e do final de uma sequência de 13 jogos sem perder, o NY Knicks bateu, com o jogo da noite de ontem, o recorde de bolas de 3 feitos em uma temporada por um time da NBA, coroando sua ótima temporada (2º no Leste) liderada por Carmelo Anthony, atual líder em pontos por jogo da liga.
Com 3 cestas de Copeland e Felton, 2 de JR Smith e 1 de Shumpert e Prigioni contra os Bulls, o time de New York chegou a 847 cesta de 3 pontos, ultrapassando o Orlando Magic de 2009/10 e suas 841 bolas atrás da linha. Confira os lances do recorde:

Após cinco temporadas, novos ares e grandes mudanças, o Brooklyn Nets está de volta aos playoffs, e em parceria com o cantor John Forte, lançaram uma música/hino que deverão usar em seus jogos durante a pós-temporada.
Ouça e confira Something to Lean on, com imagens marcantes da temporada do Nets, e com destaques, obviamente, para lances contra o rival Knicks.

E depois de acabar com a série de 27 vitórias do Miami Heat no último dia 27, o Chicago Bulls acabou ontem com a série do New York Knicks, que vinha de 13 triunfos em sequência, ganhando o título de Streak Killers da temporada.
O jogo, como esperado, foi bem disputado, indo para a prorrogação, após empate em tempo normal de 105×105, e acabando com a vitória de Chicago por 113×108. O grande destaque da partida foi Nate Robinson, que liderou o Bulls com 5 bolas de 3, totalizando 35 pontos (season-high), num comeback de 15 pontos do 3º quarto, e pelo lado do Knicks, como vem sendo ultimamente, o destaque foi Carmelo Anthony, com 36 pontos e 19 rebotes.
O Knicks ainda mantém a 2ª posição no Leste, com 51 vitórias na temporada, já o Bulls se mantém a frente do Atlanta, em 5º com um jogo a menos. Veja abaixo lances do confronto:

We Are All Watching é a nova série de comerciais da NBA para os playoffs 2013, que começam no próximo dia 20 de abril. E para começar, mais do que óbvio, o primeiro jogador a dar as caras no filme é LeBron James, atual, e provavelmente o próximo, MVP e campeão pelo Miami Heat, em lance do jogo 7 contra o Celtics nas finais de conferência do ano passado. Assista:
Carmelo está reinando em Nova Iorque, ele continua um pouco a frente de Kevin Durant na corrida pelo título de cestinha da temporada (28.6 pontos por jogo) e liderando um time que conta com a boa experiência e rotação de banco aliada ao poder de fogo de Melo e J.R. Smith para tentar o terceiro título da franquia, que ganhou os anéis pela última vez em 1973, veja a poesia e maestria de Anthony em quadra com a trilha sonora emocionante e os ricos detalhes da Phantom camera.
Kobe Bryant tem usado o apelido de “Vino” que ele relaciona a metáfora do bom vinho, que como ele, tem ficado melhor com o passar dos anos. Bom, parece que ele tem razão né? Confira os lances da última noite, na qual ele congelou o time de Portland.
10 – Steve Novak marcando John Wall? É isso que eu chamo de mismatch.
9 – Homens brancos não sabem marcar…
8 – Mas sabem passar!
7/6/5 – Olha a ponte aérea em promoção!
4 – Afeee, olha que maestro o Z-Bo chamando o double team e arrumando esse assist!
2 – Russell Westbrook poderia brincar no dunk contest um dia hein?
1 – Pontos para criatividade, mas pro padrão MVP, não achei grande coisa pra pegar o nº1.

E se na noite de ontem o time de Louisville Cardinals jogou muito e conseguiu a vitória em cima do Michigan Wolverines na final do torneio da NCAA masculina, na noite de hoje as coisas foram bem diferentes para o time feminino dos Cards.
Na disputa pelo título contra o UConn Huskies, o time de Louisville começou bem, num jogo equilibrado, mas foi então que comandados pela caloura Breanna Stweart, os Huskies iniciaram uma sequência de 19-0, abrindo o placar para uma distância segura e esmagadora até o final do jogo.

Os Huskies bateram o recorde de bolas de 3 para uma final da NCAA, com 13 cestas anotadas e também o recorde para a maior margem de vitória no torneio com o placar de 93-60.
Parabéns as meninas de UConn pelo 8º título (empatadas agora com Tennessee Lady Vols, como maiores vencedores) e também a equipe de Louisville, e todo seu programa esportivo, mostrando sua força nessa temporada com seus dois times de basquete nas finais da NCAA. Veja abaixo o recap da ESPN:
Um recap com o que de melhor aconteceu durante o March Madness e o campeonato universitário norte-americano. Brackets, cheerleaders, torcedores, jogos, dunks, lesões, Sweet 16, Elite 8, Final Four e National Championship:
Durante um intervalo normal de jogo da NBA, algumas brincadeiras acontecem para os espectadores, como a Kiss Cam, o Halfcourt Shot valendo grana, e a Dance Cam, onde os torcedores mais animados se empolgam, mas a performance desse tiozinho da segurança foi espetacular, o cara deu uma aula de dança e aposto que animou a platéia mais que o time do Pistons.